querido setembro
Ensinaste-nos pelos teus olhos que, apesar do rosto entrecoberto, não há ressentimento que anule o brio de um sorriso. Provaste que o equilíbrio é o calor das nossas mãos unidas e a gratidão é a pílula para as almas doentes. Testados por manhãs soalheiras, mesas solteiras e água salgada, fizeste do sofá companhia obstinada e dos almoços petiscos...






